quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Proj. de Aprend. - Beethoven

Quem foi Beethoven?

Ludwig Van Beethoven (Bonn, 16 de Dezembro de 1770 — Viena, 26 de Março de 1827) foi um compositor erudito alemão do período de transição entre o Classicismo e o período Romântico. É considerado o maior e mais influente compositor do século XIX. Suas 32 sonatas para piano são consideradas o "Novo Testamento da Música", sendo o Cravo Bem-Temperado de Johann Sebastian Bach, o "Antigo Testamento".

Ludwig nunca teve estudos muito aprofundados mas sempre revelou um talento excepcional para a música. Com apenas nove anos de idade foi confiado a Christian Gottlob Neefe (1748-1798) que lhe deu a conhecer os grandes mestres alemães da música. Compôs as suas primeiras peças aos onze anos. Os seus progressos são de tal forma notáveis que em 1784 já era segundo organista da capela do Eleitor. Pouco tempo depois foi violoncelista na orquestra da corte. Em 1787 foi enviado para Viena para estudar com Joseph Haydn onde este o apresentou a Wolfgang Amadeus Mozart, que viu o talento prodigioso de Beethoven e proferiu a célebre frase "Não o percam de vista, um dia há de dar que falar".

Tinha como hábito de despejar água gelada sobre a cabeça sob o pretexto de que isso estimulava o cérebro. E deixar o pinico embaixo do piano, e não da cama, como era usual na época em que viveu.

Em 2 de Abril de 1800 sua Sinfonia Nº1 estréia em Viena, mas no ano seguinte ele confessa aos amigos que não estava satisfeito com o que tinha composto até então e que havia decidido seguir “um novo caminho”.

Por volta de seus 24 anos (1794), Beethoven sentiu os primeiros indícios de surdez. Consultou vários médicos, inclusive o médico da corte de Viena, fez curativos, realizou balneoterapia, usou cornetas acústicas, mudou de ares, mas os seus ouvidos permaneciam enrolhados. Desesperado, entrou em profunda crise depressiva e pensou em suicidar-se.

Embora tenha feito muitas tentativas para tratá-la durante os anos seguintes, a doença continuou a progredir e, aos 46 anos (1816), estava praticamente surdo.

Em 1803 Beethoven começa a trilhar aquele “novo caminho” com a Sinfonia 3 em Mi bemol maior Op.55 [Eróica], uma obra sem precedentes na história da música sinfônica, considerada o início do período Romântico na Música Erudita.

Depois de 1812, a surdez progressiva aliada à perda das esperanças matrimoniais e problemas com a custódia do sobrinho o levaram a uma crise criativa que faria com que durante esses anos ele escrevesse poucas obras importantes.

Os anos finais de Beethoven foram dedicados quase que exclusivamente à composição de quartetos de cordas. Foi nesse meio que ele produziu algumas de suas mais profundas e visionárias obras: Quarteto em Mi bemol maior (1825), Quarteto em Lá menor (1825), Quarteto em Si bemol maior (1826), Grande Fuga (1826), Quarteto em Dó sustenido menor (1826) e Quarteto em Fá maior (1826). Sua influência na história da música foi imensa. Ao morrer em 26 de Março de 1827 estava trabalhando supostamente em uma décima Sinfonia. A suspeita vem por causa de vários "S" escritos como identificação nas partituras encontradas. Conta-se que cerca de dez mil pessoas compareceram ao seu funeral. Entre os presentes, Franz Schubert.

Proj. de Aprend. - Extraterrestres

Extraterrestres: eles existem ou não?

Se eles existem ainda não temos certeza; algumas pessoas acreditam que eles existem e estão em algum lugar nesse imenso universo, porém outras dizem que tudo não passa de mais uma farça americana para ganhar dinheiro com filmes.

Certeza não podemos ter, mas há alguns indícios de que eles existem sim, porém esses indícios estão escondidos até hoje pelo governo norte-americano.Veja aqui um possível alienígena encontrado na nave.

O caso mais conhecido a respeito deste assunto é o Caso Roswell.

O Caso Roswell trata-se da maior ocorrência ufológica do século, e tem esse nome porque ocorreu próximo a cidade de Roswell, no estado do Novo México, sul dos Estados Unidos:

No início da noite de 2 de julho de 1947, durante uma tempestade, o fazendeiro e criador de ovelhas William Brazel, mais conhecido como Mac Brazel, ouviu uma estranha explosão, diferente dos relâmpagos convencionais. O fato chamou sua atenção, mas somente no dia seguinte, após amanhecer, é que ele foi verificar o ocorrido. Ficou assustado com o que viu: uma faixa de 50m de largura e 1 km de comprimento, cheia de pequenos pedaços de um estranho material. Lembrava folhas de estanho que não queimavam ao fogo, não rasgavam e, quando dobrados voltavam a sua forma original. Devido a seus compromissos, somente no dia 6 Mac Brazel foi á cidade, distante 80 km de sua fazenda, avisar o xerife George Wilcox do ocorrido. Na mesma hora Wilcox ligou para a Base Aérea de Roswell.

O encarregado de ir vistoriar o local foi o major Jesse Marcel, do serviço secreto da base aérea, que chegou á fazenda de Mac Brazel ao anoitecer. No amanhecer do dia seguinte ao chegar no local da queda o major Jesse Marcel não teve dúvidas de que estava diante de destroços de um disco voador. Ao retornar á base aérea, como ainda não havia nenhuma nota oficial para manter sigilo sobre o assunto o oficial de informações, primeiro-tenente Walter Haut, fez a famosa ‘Declaração de Roswell’. O assunto foi capa do Roswell Daily Record, de 8 de julho de 1947.

Não se passaram nem 24h, quando o major Marcel foi chamado á Base Aérea de Fort Worth, no Texas. Ali, o general-de-brigada o fez ficar do lado de pedaços de um material bem conhecido e informou á imprensa de que o major havia confundido um balão de estudos meteorológicos. Marcel e pedaços do material encontrado.

Um absurdo, afinal até uma criança conseguia identificá-los. Veja aqui Suposta nave encontrada em Roswell.

Depois de anos, quando começaram a aparecer mais relatos de pessoas, dizendo inclusive que foram abduzidas por ETs, o assunto começou a ser mais comentado, e foram as telas de cinemas centenas de filmes a respeito desse assunto. Capa do filme Roswell: a verdade.

Bruno M. Fischer e Vinicius Texeira T: 22

terça-feira, 30 de outubro de 2007

Proj. de Aprend. - Ana Cristina César - poetisa



Ana Cristina Cruz César, (Rio de Janeiro 2 de junho de 1952 — Rio de Janeiro, 29 de outubro de 1983), ou ainda simplesmente Ana C., filha de Waldo Aranha Lenz Cesar e Maria Luiza Cesar, nasceu em família culta de classe média e protestante, numa década de 1950 quase bucólica do Rio de Janeiro. Criou-se entre Niterói, Copacabana e os jardins do velho Benett. É uma das principais poetas da geração mimeógrafo ou da chamada literatura udigrudi ou marginal dos anos 1970.

Começou a escrever ainda criança - antes mesmo de ser alfabetizada, aos 4 anos, ditava poemas para que a mãe os escrevesse. A escrita sempre lhe dominou a vida. Em 1969, viaja à Inglaterra em intercâmbio e passa um período em Londres, onde trava contato com a literatura inglesa. Quando volta da Inglaterra, Emily Dickinson, Sylvia Plath e Katherine Mansfield na mala, dedica-se a escrever, traduzir e entra para a Faculdade de Letras da PUC do Rio, aos 19 anos.

Começa a publicar poemas e textos de prosa poética na década de 1970 em coletâneas, revistas e jornais alternativos. Seus primeiros livros, Cenas de Abril e Correspondência Completa, são lançados em edições independentes. As atividades não param: pesquisa literária, um mestrado em comunicação na UFRJ, outra temporada na Inglaterra para um mestrado em tradução literária (na Universidade de Essex), em 1980, e a volta ao Rio, onde publicou Luvas de Pelica, escrito na Inglaterra.

Ana Cristina, figura de proa da poesia brasileira dos anos 70, foi um nome tutelar deste período que recebera uma herança demasiado pesada: relativizar a importância dos concretos, restabelecer os valores propostos pelos modernistas e assegurar uma personalidade literária que representasse um período de transformações culturais e políticas. Esta poeta concentra em si o desejo de mudança e intensifica uma poética despojada de qualquer densidade erudita, voltando a dar importância ao discurso quotidiano e subjectivo.

Em suas obras, mantém uma fina linha entre o ficcional e o autobiográfico.

Faleceu no dia 29 de outubro de 1983, atirando-se do apartamento dos pais.

Proj. de Aprend. - Tropicalismo

Tropicália

A Tropicália, Tropicalismo ou Movimento tropicalista foi um movimento cultural brasileiro que surgiu sob a influência das correntes artísticas de vanguarda e da cultura pop nacional e estrangeira (como o pop-rock e a concretismo); mesclou manifestações tradicionais da cultura brasileira a inovações estéticas radicais. Tinha também objetivos sociais e políticos, mas principalmente comportamentais, que encontraram eco em boa parte da sociedade, sob o regime militar, no final da década de 1960. O movimento manifestou-se principalmente na música (cujos maiores representantes foram Caetano Veloso, Torquato Neto, Gilberto Gil, Os Mutantes e Tom Zé); manifestações artísticas diversas, como as artes plásticas (destaque para a figura de Hélio Oiticica), o cinema (o movimento sofreu influências e influenciou o Cinema Novo de Gláuber Rocha) e o Teatro brasileiro (sobretudo nas peças anárquicas de José Celso Martinez Corrêa).Um dos maiores exemplos do movimento tropicalista foi uma das canções de Caetano Veloso, denominada exatamente de "Tropicália". Embora marcante, o Tropicalismo era visto por seus adversários como um movimento vago e sem comprometimento político, comum à época em que diversos artistas lançaram canções abertamente críticas à ditadura. De fato, os artistas tropicalistas fazem questão de ressaltar que não estavam interessados em promover através de suas músicas referências temáticas a temas político-ideológicos: acreditavam que a experiência estética vale por si mesma e ela própria já é um instrumento de mudança social.

Andressa Mendes

Vanessa Silva

Turma 31

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Continue!

Continue aprendendo (ensinando e multiplicando): aprenda mais sobre computadores, gente, artes, jardinagem, qualquer coisa. Nunca deixe o cérebro desocupado.
'Uma mente vazia é o ambiente propício para instalação do mal. E o nome desse mal é Alzheimer!

Clique em arquivos, agosto ou postagens antigas e aprenda mais sobre este mal.

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Proj. de Aprend. - Quem foi Nelson Rodrigues?



{1912-1980}
Nelson Falcão Rodrigues foi um importante dramaturgo, jornalista e escritor brasileiro.Filho de Mário Rodrigues e Maria Esther Falcão, nasceu na capital pernambucana e mudou-se para o rio de janeiro ainda criança, onde viveu por toda sua vida.
Nelson era um leitor compulsivo de livros românticos do século XIX. Na sua infância ocorreu para Nelson a descoberta do futebol, uma paixão que conservaria por toda a vida e que lhe marcaria o estilo literário. Na década de 1920, Mário Rodrigues fundou o jornal A Manhã ,,seria no jornal do pai que Nelson começaria sua carreira jornalística, como repórter de polícia, ganhando trinta mil réis por mês.
Apesar da bonança, Mário Rodrigues perderia o controle acionário de A Manhã para o sócio. Mas, em 1928, com o providencial auxílio financeiro do vice-presidente Fernando de Melo Viana, Mário fundou o diário Crítica. Como cronista esportivo, Nélson escreveu textos antológicos sobre o Fluminense Football Club, clube para o qual torcia fervorosamente , a maioria deles publicados no Jornal dos Sports. Junto com seu irmão, o jornalista Mário Filho, Nélson foi fundamental para que o Fla-Flu tivesse conquistado o prestígio que conquistou, como um dos grandes clássicos do futebol brasileiro. Nelson Rodrigues criou e evocava personagens fictícios como Gravatinha e Sobrenatural de Almeida para elaborar textos a respeito dos acontecimentos esportivos relacionados ao clube do coração.
Já na adolescência Nelson seguiu com seus irmãos Mílton, Mário Filho e Roberto para a redação do novo jornal. Ali continuou a escrever na página de polícia enquanto Mário Filho cuidava dos esportes e Roberto, um talentoso desenhista, fazia as ilustrações. Crítica era um sucesso de vendas, misturando uma cobertura política apaixonada com o relato sensacionalista de crimes. Mas o jornal existiria por pouco tempo.Em 26 de dezembro de 1929, a primeira página de Crítica trouxe o relato da separação do casal Sylvia Serafim e João Thibau, Jr. Ilustrada por Roberto e assinada pelo repórter Orestes Barbosa, a matéria provocou uma tragédia. Sylvia, a esposa que se desquitara do marido e cujo nome fora exposto na reportagem invadiu a redação de Crítica e atirou em Roberto com uma arma comprada naquele dia. Nelson testemunhou o crime e a agonia do irmão, que morreu dias depois. Mário Rodrigues, deprimido com a perda do filho, faleceu poucos meses depois. Sylvia, apoiada pelas sufragistas e por boa parte da imprensa concorrente de Crítica, foi absolvida do crime. Finalmente, durante a Revolução de 30, a gráfica e a redação de Crítica são empastelados e o jornal deixa de existir. Sem seu chefe e sem fonte de sustento, a família Rodrigues mergulha em decadência financeira.
Foram anos de fome e dificuldades para todos. Desempregados e hostilizados pelo novo regime, os Rodrigues demorariam anos para serem recompensados pelos prejuízos causados pela turba.
Ajudado por Mário Filho, amigo de Roberto Marinho, Nelson passa a trabalhar no jornal O Globo, sem salário. Apenas em 1932 é que Nelson seria efetivado como repórter no jornal. Pouco tempo depois, Nelson descobriu-se tuberculoso. Para tratar-se, retira-se do Rio de Janeiro e passa longas temporadas em um sanatório na cidade de Campos do Jordão. Seu tratamento é custeado por Marinho, que conquistou a gratidão de Nelson pelo resto de sua vida. Recuperado, Nelson volta ao Rio e assume a seção cultural de O Globo, fazendo a crítica de ópera.
A partir da década de 1940, Nelson se divide entre o emprego em O Globo e a elaboração de peças teatrais. Em 1941 escreve A mulher sem pecado, que estreou sem sucesso. Pouco tempo depois assina a revolucionária Vestido de noiva, peça dirigida por Ziembinski e que estreou no Theatro Municipal do Rio de Janeiro com estrondoso sucesso.
O teatrólogo Nelson Rodrigues seria o criador de uma sintaxe toda particular e inédita nos palcos brasileiros. Suas personagens trouxeram para a ribalta expressões tipicamente cariocas e gírias da época, como "batata!" e "você é cacete, mesmo!". Vestido de noiva é considerada até hoje como o marco inicial do moderno teatro brasileiro. Em 1945 abandona O Globo e passa a trabalhar nos Diários Associados. Em O Jornal, um dos veículos de propriedade de Assis Chateaubriand, começa a escrever seu primeiro folhetim, Meu destino é pecar, assinado pelo pseudônimo "Susana Flag". O sucesso do folhetim alavancou as vendas de O Jornal e estimulou Nelson a escrever sua terceira peça, Álbum de família.
Em abril de 1948 estreou Anjo negro, peça que possibilitou a Nelson adquirir uma casa no bairro do Andaraí e em 1949 Nelson lançou Dorotéia.
Em 1950 passa a trabalhar no jornal de Samuel Wainer, a Última Hora. No jornal, Nelson começa a escrever as crônicas de A vida como ela é, seu maior sucesso jornalístico. Na década seguinte, Nelson passa a trabalhar na recém-fundada TV Globo, participando da bancada da Grande Resenha Esportiva Facit, a primeira "mesa-redonda" sobre futebol da televisão brasileira e, em 1967, passa a publicar suas Memórias no mesmo jornal Correio da Manhã onde seu pai trabalhou cinqüenta anos antes.
Nos anos 70, consagrado como jornalista e teatrólogo, a saúde de Nelson começa a decair. O período coincide com os anos da ditadura militar, que Nelson sempre apoiou.
Nelson faleceu numa manhã de domingo, em 1980, aos 68 anos de idade, de complicações cardíacas e respiratórias

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Como foram construídas as pirâmides do Egito?



Há varias contradições sobre a construção das pirâmides,uns dizem que as pirâmides teriam sido construídas com a ajuda de extraterrestres, ou como acreditam outros,foram os seres de Atlântida que ensinaram aos Egípcios como levitar pedras e construí-las.Até mesmo Deus entra na dança,pois muitos imaginam que somente ele poderia ter projetado algo tão grandioso e enigmático quanto essas construções.
A verdade fica difícil de se saber, mas cada vez mas estudos sérios apontam que as pirâmides foram construídas por humanos mesmos, habitantes do próprio Egito.E que a finalidade delas era, primordialmente, servir como tumbas aos faraós e suas rainhas.
Os arquitetos orientais da elaboração desses monumentos tiveram de enfrentar sérios problemas técnicos e especializados.As pirâmides constituem uma extraordinária prova de conhecimento das formas geométricas como de um apurado desenvolvimento da arte de construir,e naquela época eles já sabiam calcular as formulas do triângulo do retângulo e do trapézio.
No total, são conhecidas cerca de 100 pirâmides.Acreditava-se que as pirâmides levavam em média 20 anos para ficar pronta, com cerca de 140 m de altura,e eram usados em média 2,3 milhões de blocos de pedra com cerca de 2 toneladas cada um, e nelas trabalhavam cerca de 100 mil pessoas.
Algumas das pedras empregadas para construir as pirâmides eram extraídas de pedreiras sitiadas no outro lado do Nilo.Esse trabalho só podia ser efetuado durante três meses do ano, na época das inundações.As embarcações descarregavam o material num lugar que se comunicava com o local da pirâmide por um caminho de pedra.Os blocos, eram logo colocados em plataformas assentadas sobre rolos, o que permitia arrasta-los.Em seguida os blocos de pedra eram colocados em fileiras, perto da pirâmide,onde permaneciam até serem necessárias.
Ao elevar-se a altura da pirâmide, apresentou-se a necessidade de transportar os materiais ao nível desejado.Para possibilitar esse trabalho, foram utilizadas rampas e alavancas.Empregava-se argamassa para unir as pedras.As menos perfeitas eram colocadas no centro e as mais polidas e regulares eram escolhidas para formar as faces das pirâmides.Acha-se no centro a extremidade da câmara do rei, construída de grandes pedras de granito escuro.A superfície era feita de pedra calcária bem polida e de acabamento tão perfeito que era quase impossível ver as junções dos blocos.